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9 de fevereiro de 2013

Alexandra Lucas Coelho, E a noite Roda

Escrito numa linguagem joranlística, muito sucinta, enquadra um amor agitado que percorre vários cenários, quer de guerra como ilidio. Há passagens muito poéticas da perspectiva feminina, fazendo o balanço das perdas sofridas, dos encontros bem sucedidos e felizes e de como o passar do tempo parece não esclarecer as dúvidas de ambos. O elemento masculino debate-se continuamente para decidir viver este amor ou tentar esquecê-lo, sem sucesso

Sofia
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)

27 de janeiro de 2013

Opinião sobre "O teu rosto será o último" de João Ricardo Pedro


Bom entretenimento, com criatividade, este livro em puzzle obriga-nos a estar atentos para juntar as peças. Divertido e triste, brusco, por vezes, episódios originais... não sendo uma obra prima, lê-se facilmente. O uso da repetição torna-se cansativo como forma de contar (é uma questão de doses). Os palavrões conferem um tom pitoresco, mas podem surgir despropositadamente. Senti que a originalidade , curiosidade e criatividade, foram diminuindo gradualmente até deixar-me com um final desinteressante.

Sofia F.  
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)

16 de janeiro de 2013

Opinião sobre "Travessa d'Abençoada" de João Bouza da Costa


Achei chato por isso parei de ler na pág.29. Não há nomes próprios, não se sabe quem é quem, as personagens são apresentadas de forma pouco esclarecedora (ex. que idade têm as crianças no início descritas?). Desmotivante, não cativa para a leitura, e de difícil interpretação, não é um entretenimento, é um trabalho de concentração extraordinário para mim.

Sofia F. 
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)

23 de novembro de 2012

Opinião sobre "O intrínseco da Manolo" de João Rebocho País

João Rebocho Pais - "O intrínseco de Manolo"

Uma supresa. Palavrosa, certamente, trágica-cómica q.b, um desfile de personagens retratadas em suas pecularidades e amores cruzados.Ainda assim faltam ligações e apresentações devidas do povo consavaneiro, de quem fiquei com vontade de conhecer melhor. Por vezes perde-se o fio à meada, noutras encontra-se a alegria ou a introspecção, num carrosssel de ideias tresmalhadas e muito trabalhadas, isto no que se refere ao constante regatear se sinónimos, ditos populares, recursos literários e estilísticos em contínuo e confuso retrato do Alentejo. Por um lado, original, por outro, frívolo. Um entretenimento confuso, vá. 



 Sofia F.
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)