15 de novembro de 2013

Luís Afonso - "O Comboio das Cinco"

Noticia publicada sobre "O comboio das cinco" de Luís Afonso:

"Desde 2011, que se tornou possível a participação de autores lusófonos, devido à parceria com as Bibliotecas Municipais de Oeiras, propondo a centenas de leitores, em França e no estrangeiro, a leitura de primeiros romances em língua portuguesa, o voto num autor que apreciaram e a possibilidade de o conhecerem nos quatro dias do festival."

Ler a notícia toda aqui.

13 de novembro de 2013

8 de novembro de 2013

Luís Afonso - "O comboio das Cinco"

Autor: Luís Afonso
Título: O comboio das cinco

BIOGRAFIA


Luís Afonso (n. 1965) é um cartunista português, residente em Serpa, onde fundou a livraria Vemos, Ouvimos e Lemos, actualmente encerrada. Licenciado em Geografia, colabora com publicações como A Bola (onde publica diariamente Barba e Cabelo), Público (onde publica desde 1993 a tira diária Bartoon), Sábado ou Jornal de Negócios.Recebeu o Prémio Amadora Cartoon 2011, atribuído no Festival de BD da Amadora.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Afonso_(cartunista)






Foto: José Serrano


RESUMO

Este primeiro livro de Lopes, o escritor pós-moderno, é, como não podia deixar de ser, uma história para os dias de hoje. Um professor perdido no Alentejo, quase sem sair do mesmo sítio, vê-se envolvido numa vertiginosa aventura que o levará longe, a um desfecho inesperado. Que se pode dizer? Este livro dava um filme. Ou não fosse Lopes uma criação de Luís Afonso.




Cristina Drios - "Os Olhos de Tirésias"

Autor: Cristina Drios
Título: Os Olhos de Tirésias

BIOGRAFIA

Cristina Drios nasceu em Lisboa, onde reside. Completou os estudos primários e liceais no Liceu Francês Charles Lepierre de Lisboa. Licenciada em Direito, exerce há vários anos a advocacia na área da Propriedade Intelectual.
Jamais vai a lado algum sem um livro; além de literatura, interessa-se por história e filosofia. É fotógrafa amadora e viajou, de mochila às costas, por cerca de quarenta países, tão diversos como a Índia, a Birmânia, o Japão, o Cambodja, o Senegal, Marrocos, o Chile, a Guatemala, El Salvador e a Nicarágua.
De uma das suas inúmeras viagens nasceu o livro de contos Histórias Indianas que venceu, em 2012, o Prémio Literário Cadernos do Campo Alegre «Novo Autor, Primeiro Livro» da Fundação Ciência e Desenvolvimento/Câmara Municipal do Porto, publicado com o apoio da Editora Objectiva.
No mesmo ano, Os Olhos de Tirésias, a sua estreia no romance, publicado pela Editorial Teorema, que agora integra no seu riquíssimo catálogo uma espécie de vanguarda – maioritariamente primeiros romances de novos autores portugueses – foi finalista do Prémio LeYa. 

RESUMO

A descoberta de um retrato daquele avô cuja história a família sempre encobriu - Mateus Mateus, o gigante de olhar estranho que partiu, no contingente português, para a Flandres durante a Primeira Guerra Mundial - é o pretexto que a narradora encontra para, simultaneamente, escrever um romance e se afastar de um casamento que parece condenado ao fracasso. Para saber mais sobre o passado desse desconhecido, parte, também ela, para a propriedade de La Peylouse, em Saint-Venant, que alojou o Estado-Maior português nos anos 1917-1918 e da qual o avô, depois de ter servido na frente como maqueiro e coveiro, foi enviado numa missão de espionagem, acabando prisioneiro dos alemães. No bizarro hospital onde passa os meses que antecedem a batalha de La Lys (o mesmo onde virá a ser internado um cabo alemão chamado Adolf, atacado de cegueira histérica), Mateus Mateus cruza-se com figuras inesquecíveis: Alvin Martin, um inglês albino dado às premonições; Hugo Metz, o médico que usa métodos de inspiração freudiana para interrogar os pacientes; o órfão Émile Lebecq, pequeno ladrão e ilusionista amador; e, sobretudo, Georgette Six, a bela enfermeira francesa que perdeu o noivo na guerra e pela qual o português se tornará um homem diferente. E, porém, à medida que a neta de Mateus Mateus vai desfiando essa história - num jogo em que a realidade se torna indestrinçável da ficção -, também a sua vida é sacudida por uma paixão - e só o encontro com Cyril Eyck e o seu bisavô centenário trará a chave para os enigmas do próprio romance.

Bruno Vieira Amaral - "As Primeiras Coisas"

Autor: Bruno Vieira Amaral
Título: As Primeiras Coisas

BIOGRAFIA
Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978. Formado em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE, é crítico literário, tradutor e autor do Guia Para 50 Personagens da Ficção Portuguesa e do blogue Circo da Lama. Em 2002, uma temerária incursão pela poesia valeu-lhe ser seleccionado para a Mostra Nacional de Jovens Criadores. Colaborou no DN Jovem, revista Atlântico e jornal i. 
Atualmente colabora com a revista Ler e é assessor de comunicação das editoras do Grupo Bertrand Círculo. As Primeiras Coisas é o seu primeiro romance.

Fotografia: Gonçalo F. Santos

RESUMO

Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos? Quem foi o homem que, a exemplo do velho Abel, encontrou a paz sob o céu pacífico de Port of Spain? Porque é que os habitantes do Bairro Amélia nunca esquecerão o Carnaval de 1989? Quem é que poderá saber o nome das três crianças mortas por asfixia no interior de uma arca? Onde teria chegado Beto com o seu maravilhoso pé esquerdo se não fosse aquela noite aziaga de setembro? Quantos anos irá durar o enguiço de Laura? De que mundo vêm as sombras de Ernesto, fabuloso empregado de mesa, Fernando T., assassinado a 26 de dezembro de 1999, Jaime Lopes, fumador de SG Ventil, Hortênsia, que viveu e morreu com medo de tudo? Quando é que Roberto, anjo exterminador, chegará ao bairro para consumar a sua vingança? 
Memórias, embustes, traições, homicídios, sermões de pastores evangélicos, crónicas de futebol, gastronomia, um inventário de sons, uma viagem de autocarro, as manhãs de Domingo, meteorologia, o Apocalipse, a Grande Pintura de 1990, o inferno, os pretos, os ciganos, os brancos das barracas, os retornados: a Humanidade inteira arde no Bairro Amélia.

Rodrigo Magalhães - "Cidade Peruana"

Autor - Rodrigo Magalhães
Título - Cidade Peruana


BIOGRAFIA

Rodrigo Magalhães nasceu em 1975. É livreiro. Vive em Lisboa.

RESUMO

Um aprendiz de alfaiate tornado ensaísta de reduzida fama e menor proveito: Harry Heels. "Ao contrário de Conradin, nenhuma força externa veio em seu auxílio. A sua divindade, a identidade de Harry Heels, criara-a ele sozinho, Heels pela alcunha que lhe tinham posto na escola - tinha o tique de estar a sempre a bater com o calcanhar no chão durante as aulas, impaciente - e Harry, por lhe achar uma certa graça masculina." Dois irmãos, gémeos idênticos, enlutados e enfadados: "No Verão, viajavam com os pais: a Lisboa, onde conheceram Dinis Machado; a Bruxelas (…); ao Norte de Inglaterra, onde fumaram uma ganza nas traseiras de um pub, não muito longe da casa de W.G. Sebald, com cuja viúva os pais se encontraram. Depois, sem estação definida, começaram a viajar sozinhos."
Três assassinos que atravessam fronteiras sem nunca deixarem de regressar a casa: "(da última vez que atravessaram a fronteira, ao chegarem à outra Lima, Bruno observou o céu carregado, considerando-o auspicioso, e ele e Luis concordaram; colheram dessa vez oito vidas, como se os favorecesse a fúria dos elementos)."
De uma maturidade literária verdadeiramente excecional, Cinerama Peruana desenvolve e articula estes três universos através de um tema comum: o do discípulo que ultrapassa o mestre.
Uma voz nova e surpreendente no panorama ficcional português.

Ana Margarida Carvalho - "Que importa a fúria do mar"

Artigo sobre a Ana Margarida Carvalho e o livro "Que importa a fúria do mar" no Jornal de Letras, Artes e Ideias



Ler o artigo aqui.

Lançamento do "Rolando Teixo" por Pedro Bidarra

7 de novembro de 2013

Marlene Ferraz à conversa com...


Marlene Ferraz, autora do livro "A vida inútil de José Homem" vai estar à conversa com o grupo de leitores da Biblioteca Municipal de Algés no próximo dia 21 de Novembro pelas 19h00.

Após terem lido e discutido o livro haverá com toda a certeza muita vontade de falar com esta autora estreante.

Boas leituras!

Pedro Bidarra - "Rolando Teixo"


Autor: Pedro Bidarra 
Título: Rolando Teixo

BIOGRAFIA

Nasceu em Lisboa. Estudou Psicologia Social na Universidade Clássica de Lisboa e Composição e História da Música no Instituto Gregoriano de Lisboa. Trabalhou como psicólogo, pianista, professor de composição, produtor de discos e radialista, antes de começar uma carreira de sucesso como redactor e criativo publicitário que durou duas décadas. Como criativo trabalhou em Lisboa, Paris, Hamburgo, Madrid, Nova Iorque, Londres e Moscovo, tendo oportunidade de verificar que, no fundo, isto é tudo igual.


RESUMO

Rolando é um homem normal que vive uma anormalidade sem explicação. Rolando é gestor de carreira, casado, com duas filhas, casa própria e um Audi. É um homem de rotinas, hábitos e normalidades. É um homem do seu tempo, só que o tempo está a mudar e Rolando, inesperadamente, a mudar com ele. Rolando Teixo é um romance sobre a natureza de cada um, a natureza que se esconde, se nega e se olha como doença mas que às vezes se abraça – em qualquer caso, sempre com um preço.

17 de outubro de 2013

Apresentação do livro "Que Importa a Fúria do Mar" de Ana Margarida de Carvalho

A apresentação do romance de estreia de Ana Margarida de Carvalho "Que Importa a Fúria do Mar" teve lugar no dia 21 de maio de 2013, na Livraria Buchholtz, em Lisboa. A apresentação do livro ficou a cargo de Afonso Cruz.


14 de outubro de 2013

Ana Margarida de Carvalho - "Que importa a fúria do mar"

AUTOR: Ana Margarida de Carvalho
TÍTULO: "Que importa a fúria do mar"

BIOGRAFIA

Ana Margarida de Carvalho nasceu em Lisboa, onde se licenciou em Direito e viria a tornar jornalista, assinando reportagens que lhe valeram sete dos mais prestigiados prémios do jornalismo português, entre os quais o Prémio Gazeta Revelação do Clube de Jornalistas de Lisboa, do Clube de Jornalistas do Porto ou da Casa de Imprensa.
Passou pela redacção da SIC e publicou artigos na revista Ler, no Jornal de Letras, na Marie Claire e na Visão, onde ocupa actualmente o cargo de Grande Repórter e faz crítica cinematográfica no roteiro e no site de cinema oficial da revista, o Final Cut.
Leccionou workshops de Escrita Criativa, foi jurada em vários concursos oficiais e festivais cinematográficos e é autora de reportagens reunidas em colectâneas, de crónicas, de guiões subsidiados pelo ICA e de uma peça de teatro.



RESUMO

Numa madrugada de 1934, um maço de cartas é lançado de um comboio em andamento por um homem que deixou uma história de amor interrompida e leva uma estilha cravada no coração. Na carruagem, além de Joaquim, viajam os revoltosos do golpe da Marinha Grande, feitos prisioneiros pela Polícia de Salazar, que cumprem a primeira etapa de uma viagem com destino a Cabo Verde, onde inaugurarão o campo de concentração do Tarrafal. 
Dessas cartas e da mulher a quem se dirigiam ouvirá falar muitos anos mais tarde Eugénia, a jornalista encarregada de entrevistar um dos últimos sobreviventes desse inferno africano e cuja vida, depois do primeiro encontro com Joaquim, nunca mais será a mesma. Separados pelo tempo, pelo espaço, pelos continentes, pela malária e pelo arame farpado, os destinos de Joaquim e Eugénia tocar-se-ão, apesar de tudo, no pêlo de um gato sem nome que ambos afagam e na estranha cumplicidade com que partilham memórias insólitas, infâncias sombrias e amores decididamente impossíveis. 
Que Importa a Fúria do Mar é um romance de estreia com uma maturidade literária invulgar que coloca, frente a frente, duas gerações de um Portugal onde, às vezes, parece que pouco mudou. Brilhante no desenho dos protagonistas e recorrendo a um estilo tão depressa lírico como despojado, a obra foi finalista do Prémio LeYa em 2012.

Img: LEYA

11 de setembro de 2013

Marlene Ferraz - "A vida inútil de José Homem"

AUTOR: Marlene Ferraz
TÍTULO: "A vida inútil de José Homem"

BIOGRAFIA

Nasceu em 1979 e tem os pés pausados em terras do norte. Com o ofício da psicologia, assume um enamoramento imprudente pela escrita.









RESUMO

As idas à grande cidade para se libertar da herança dum pai coronel verticalmente duro e duma mãe extravagante e desligada fazem com que José Homem se sinta no bom caminho para uma morte sem memórias nem saudade.

Descrente no governo de deus e, sim, também das circunstâncias, é por mão do padre, aliado e confidente, que se vê obrigado a relacionar-se com um dos rapazes estrangeiros recebidos no orfanato. A companhia de Antonino vem despertar em José Homem um sopro inesperado de amor e vontade

26 de agosto de 2013

23 de julho de 2013

Paulo M. Morais - "Revolução Paraíso" entrevista na RTP


O escritor Paulo M. Morais apresenta, a 25 de abril de 2013, o romance "Revolução Paraíso", na RTP Informação. Conversa conduzida pela jornalista Sandra Pereira.

19 de julho de 2013

Paulo M. Morais - "Revolução Paraíso"

AUTOR: Paulo M. Morais
TÍTULO: Revolução Paraíso

BIOGRAFIA

Paulo M. Morais, nascido em 1972, cresceu nos arredores de Lisboa entre jogatanas de futebol, livros de aventuras e matinés de filmes clássicos. Licenciado em Jornalismo, trabalha em imprensa e multimédia. Fez crítica de cinema; especializou-se em gastronomia e viagens. Em 2006, de mochila às costas, deu a volta ao mundo. Nos últimos anos, além de escrever ficção, tem-se dedicado a conhecer e a divulgar o arquipélago dos Açores. Tem uma filha e já plantou um pessegueiro em Trás-os-Montes. Revolução Paraíso é o seu primeiro romance publicado.

RESUMO

Alternando realidade e ficção, um romance que nos transporta aos agitados dias da pós-revolução: o retrato de um país que, entre o PREC e as eleições livres, procura um novo rumo.
Enquanto nas ruas se decide o futuro de um país, na tipografia de Adamantino Teopisto vive-se um misto de enredo queirosiano, suspense de um policial e ternura de uma novela: com sabotagens, amores proibidos e cabeças a prémio; tudo num ambiente de revolução apaixonado.
O rebuliço generalizado tem repercussões no alinhamento do jornal e no dia a dia das gentes de São Paulo e do Cais do Sodré.
A revolução é o tópico das conversas nas tascas, nas ruas, no prédio da Gazela Atlântica, contribuindo para o exacerbar das tensões latentes entre o patrão Adamantino e os funcionários. A vivacidade de uma estagiária, as manigâncias de um ex-PIDE foragido, os comentários de um taberneiro e as intromissões de um proxeneta e de uma prostituta, agravam ainda mais a desordem ameaçadora que paira no ar.

Nada foi igual na vida dos portugueses após a Revolução dos Cravos. Nada foi igual na vida da "família" Gazela Atlântica após o 25 de Abril.



12 de julho de 2013

Temporada de leituras para o Festival do Primeiro Romance de 2014

No início de Julho os Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras iniciaram a temporada de leituras com vista à selecção para o Festival do Primeiro Romance de Chambéry 2014.

Os Grupos de Leituras participam no Festival do Primeiro Romance desde 2012 seleccionando o autor do primeiro romance, editado no último ano, que representará Portugal neste Festival.

Este ano os Grupos de Leitores vão seleccionar o autor/livro que irá participar na edição do Festival de 2014, tendo até ao momento identificado 9 títulos (primeiro romances).

Ao longo dos próximos meses daremos aqui conta das nossas leituras, encontros com autores e partilhando informações sobre os primeiros romances editados no último ano.