30 de outubro de 2012

Opinião sobre "O teu rosto será o último" de João Ricardo Pedro

João Ricardo Pedro - "O teu rosto será o último"

É um romance com uma estrutura de pequenos episódios, sempre com o mesmo protagonista. Em cada episódio vão aparecendo diferentes personagens, mas todas elas com elos familiares e/ou afectivos. Todas elas vão ajudando a desenredar "o fio da meada" daquela família, naquele tempo.
Uma linguagem cuidada e por vezes cheia de recursos estilo mas também uma linguagem coloquial, fazendo destacar personagens ou situações.

Irene Cardona
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)

29 de outubro de 2012

Opinião sobre "O intrínseco de Manolo" de João Rebocho Pais

João Rebocho Pais - "O intrínseco de Manolo"


Portugal, esta pequena aldeia em que se tomam as aparências pela realidade. A vida de cada vizinho, do outro, é sempre um exemplo do que está mal em contradição com aquilo que eu faço, não assumido e tanta vez escondido.

Rouba-se , mente-se, perverte-se,mas  ninguém é pecador, a não ser o outro.  Cá eu nem pensar, os outros ,sim. 

Arnaldo passa por ser um senhor, Manolo por ser corno. Idalina assume a sua escolha  – "Era  porca e pronto. Que se lixasse que se fodesse, que fosse morrer longe a cambada que por  ali crescia como ervas daninhas, a chusma de amorfos feito gente, a manada de falsas puritanas."

Se algum de nós tivesse o poder do narrador, de espreitar verdadeiramente a realidade, seríamos mais capazes de interromper as deliciosas histórias de intriga que nos contam com um  não é bem assim, sabe-se lá se, e até de nos olharmos ao espelho da verdade.

Ninguém é tão magnificamente mau nem maravilhosamente bom. Há sempre um outro lado das coisas. Julgamentos precipitados divertem-nos, à mesa da tasca do Toino ou em assembleias bem frequentadas .

E se há uma moral nesta história, que se conta com toda a ironia e ternura e que amiúde nos é servida em pratos nojentos picados por varejeiras ou cheiro a esgoto de latrina mal-cheirosa, é que nada é o que parece. Todos temos um íntrinseco. E muito poucos lá chegam.

Um hiper-realismo mesclado de apelo melancólico à natureza, seja esta  a azinheira ou a paisagem humana. Num estilo muito apelativo pelas emoções e sensações que provocam no leitor, da nostalgia à repulsa, ao vómito, ao riso e ao sorriso, que remete para o surreal ou  mesmo a estéticas  a que alguns chamariam “da crueldade”. 

Fiquei fã.

Maria João Carrilho
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)

25 de outubro de 2012

Opinião sobre "A vida passou por aqui" de Luís Francisco

Luís Francisco - "A vida passou por aqui"

São encontros de vidas cansadas umas, mansas outras. Todas elas em busca de algo que as preencha e realize os seus sonhos.
Luis Francisco surpreende-nos com uma escrita que nos prende e agarra por dentro; é arte que toca e nos seduz.

Augusto Freire Martins
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)

24 de outubro de 2012

Opinião sobre "O intrínseco de Manolo" de João Rebocho Pais

João Rebocho Pais - "O intrínseco de Manolo"


Gostei desta escrita! Até o título nos leva a questionar!
A azinheira tem um papel preponderante no íntimo do protagonista. As palavras, melhor os palavrões, não chocam, porque o autor sabe aplicá-los.
Se ainda houvesse dúvidas quanto à qualidade da escrita bastará ler os 2 últimos capítulos, "A família" e "Epílogo" para ficarmos rendidoas a este primeiro romance do João que merece ir apresentá-lo a Chambery.


Maria Aguiar 
(Grupo de Leitores da Biblioteca Municipal de Oeiras)

22 de outubro de 2012

Luís Francisco - A vida passou por aqui

Autor: Luís Francisco
Título: A vida passou por aqui

BIOGRAFIA




Luís Francisco nasceu em 1964. Actualmente, é jornalista do diário Público, tendo trabalhado no Expresso e na RTP. Escreveu guiões para duas longas-metragens, um deles em co-autoria. A Vida Passou por Aqui é a sua estreia na ficção.








SINOPSE


Que relação poderá existir entre um motorista de táxi à beira da reforma, um toxicodependente que rouba carteiras, um arquitecto com mão leve, uma solteirona apostada em fazer o bem ou uma rapariga que disse aos pais que andava na faculdade e, afinal, vive à custa de um homem casado? E entre um pinga-amor sempre agarrado ao telefone, uma mulher que só tem olhos para o filho, um empresário de sucesso a criar barriga e uma mulher-a-dias acusada de um crime que não cometeu? Aparentemente, não existem quaisquer laços entre estas e as outras personagens deste romance, mas a verdade é que os nós são muitos - e quase sempre difíceis de desatar. Numa história com uma construção extremamente original, em que desfilam figuras muito diferentes, mas todas inesquecíveis, A Vida Passou por Aqui é uma espécie de confirmação da teoria do efeito borboleta: porque, na teia que é a vida, sempre que alguém puxa um fio, mesmo sem se dar conta, acaba por embaraçar, mais do que gostaria, as vidas alheias…

30 de agosto de 2012

Ana Sofia Fonseca - "Como carne em pedra quente"

Autor: Ana Sofia Fonseca
Título: Como carne em pedra quente


BIOGRAFIA

 
SINOPSE

Laura, 45 anos. Estas páginas são ela. Mulher entre a vida e a morte. Presa entre o passado e o futuro. A tentar gravar quem foi - para se deixar à filha, para não morrer por inteiro, para selar contas com a memória. À beira do fim, a reviver o início. Quase a loucura, quase a lucidez. A sombra da mãe. A infância em África, a vida tecida em Lisboa. A doença a atingir a normalidade dos dias. A armadilha de um grande amor. E a lembrança da avó. Histórias a cruzarem-se, a darem as mãos sem aviso. Porque, na vida, todas as realidades são vizinhas.4este livro é uma viagem com partida da cabeça de uma mulher, passagem pelas vidas dos que a rodeiam e pelo país, do Estado Novo até hoje.

Alexandra Lucas Coelho apresenta "E a noite roda" - RTP

Alexandra Lucas Coelho apresenta "E a noite roda" - Cultura - Notícias - RTP
[Vídeo]

27 de agosto de 2012

João Rebocho Pais - "O intrínseco de manolo"

Autor: João Rebocho Pais
Título: O intrínseco de manolo


BIOGRAFIA

João Rebocho Pais nasceu em Lisboa em 1962. Cresceu no bairro de Olivais Sul, terra fértil em personalidades de vulto, de filantropos a vigaristas, de homens de ciência e cultura a comerciantes de mercadorias ilícitas. Entrou para a aviação comercial em 1985, trabalhando há mais de vinte cinco anos como comissário de bordo, o que lhe tem permitido conhecer culturas muito disintas e inspiradoras. Tem dois filhos, Miguel e Francisco, sem os quais nada entende. Nunca imaginou escrever uma história para tanta gente. Até agora, os livros tinham sido apenas uma doce e viciante dependência.O Intrínseco de Manolo é a sua estreia no romance.
 
 
 
SINOPSE
 
Na aldeia alentejana de Cousa Vã - vizinha da espanhola Ciudad del Sol - o nome de Manolo anda nas bocas escancaradas dos que passam as tardes na tasca a aviar minis, quiçá para que ninguém repare no que realmente se passa em suas casas - e talvez seja melhor assim. É, porém, facto indesmentível que Maria tem o hábito de desaparecer às sextas-feiras - e isso basta para que a mediocridade omnipresente faça do marido um adornado e da chacota um estranho alívio para a dureza dos dias. Manolo refugia-se do falatório acusador à sombra de uma azinheira secular, único ser vivo com quem pode dividir agora as suas mágoas; e, embora certo da virtude da sua Maria, não ignora a missiva que o carteiro lhe deixou em casa nessa manhã e que trazia - pois é - remetente espanhol… No jogo repetido que é o dia-a-dia dos lugares pequenos - onde ninguém ganha e quase todos perdem -, a descoberta da improvável verdade trará, mesmo assim, a Manolo a oportunidade de mostrar aos conterrâneos, de forma anónima, o seu intrínseco, seguindo os ensinamentos dos que, sendo velhos ou já desaparecidos, são parte importante da sua história - e da de Cousa Vã. Com um trabalho notável na composição das figuras e uma recuperação inteligente da linguagem popular de um Alentejo quase mítico, João Rebocho Pais estreia-se na ficção com um romance terno, mágico e, ocasionalmente, escatológico sobre o poder da excepção sobre a regra.

23 de agosto de 2012

João Ricardo Pedro - "O teu rosto será o último"

Autor: O teu rosto será o último
Título: João Ricardo Pedro


BIOGRAFIA

João Ricardo Pedro nasceu em 1973, na Reboleira, Amadora. Curioso acerca da força de Lorentz, licenciou-se em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico. Durante mais de uma década, trabalhou em telecomunicações sem, no entanto, alguma vez ter aplicado as admiráveis equações de Maxwell. Na primavera de 2009, em consequência do carácter caprichoso dos mercados, achou-se com mais tempo do que aquele de que necessitava para cumprir as obrigações do quotidiano. Num acesso de pragmatismo, começou a escrever. O Teu Rosto Será o Último é o seu romance de estreia.
 
 
 
 
SINOPSE
 
Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu.
Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial.
Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?

22 de agosto de 2012

Alexandra Lucas Coelho - "E a noite roda"

Autor: Alexandra Lucas Coelho
Título: E a noite roda

BIOGRAFIA

Alexandra Lucas Coelho nasceu em Dezembro de 1967. Estudou teatro no I.F.I.C.T. e licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou dez anos na rádio continuando ainda hoje a colaborar com a RDP. Desde 1998 é jornalista no Público. A partir de 2001 viajou várias vezes pelo Médio Oriente / Ásia Central e esteve seis meses em Jerusalém como correspondente. Foram-lhe atribuídos prémios de reportagem do Clube Português de Imprensa, Casa da Imprensa e o Grande Prémio Gazeta 2005. Em 2007 publicou "Oriente Próximo" (Relógio D’Água), narrativas jornalísticas entre israelitas e palestinianos. «Caderno Afegão» é o seu segundo livro.
 
 
SINOPSE
 
E a Noite Roda é a história de Ana e Léon, uma catalã e um belga que se conhecem em Jerusalém e ao longo de dois anos vivem uma paixão intermitente, do Médio Oriente à América, passando por vários lugares da Europa.

31 de julho de 2012

Autor: Carla M. Soares
Título: Alma Rebelde       

                                                                          
BIOGRAFIA
Carla M. Soares (nasceu em 1971) tem um longo percurso académico. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, tirou o mestrado em Estudos Americanos, em Literatura Gótica e Film Studies e tem um doutoramento em História da Arte. A docência tem sido a sua principal actividade profissional. Passou naturalmente de leitora compulsiva a escritora.




SINOPSE

No calor das febres que incendeiam a Lisboa do século XIX, Joana, uma burguesa jovem e demasiado inteligente para o seu próprio bem, vê o destino traçado num trato comercial entre o pai e o patriarca de uma família nobre e sem meios.
Contrariada, Joana percorre os quilómetros até à nova casa, preparando-se para um futuro de obediências e nenhuma esperança.
Mas Santiago, o noivo, é em tudo diferente do que esperava. Pouco convencional, vivido e, acima de tudo, livre, depressa desarma Joana, com promessas de igualdade, respeito e até amor.
Numa atmosfera de sedução incontida e de aventuras desenham-se os alicerces de um amor imprevisto... Mas será Joana capaz de confiar neste companheiro inesperado e entregar-se à liberdade com que sempre sonhou? Ou esconderá o encanto de Santiago um perigo ainda maior?





20 de julho de 2012

Célia Correia Loureiro - "Demência"

Autor: Célia Correia LoureiroTítulo: "Demência"

BIOGRAFIA

Célia Correia Loureiro nasceu em Almada, em 1989. Licenciou-se em Informação Turística pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, e garante que a sua vocação é a escrita. O amor pela literatura nasceu cedo, quando começou a ilustrar histórias da sua autoria. Dedica-se ao conto infantil, à poesia, à prosa e ao romance. Com a obra “Demência”, dá-se pela primeira vez a conhecer ao leitor.





RESUMO

No seio de uma aldeia beirã, Olímpia Vieira começa a sofrer os sintomas de uma demência que ameaça levar-lhe a memória aos poucos. A única pessoa que lhe ocorre chamar para assisti-la é a sua nora viúva, Letícia. Mas Letícia, que se faz acompanhar das duas filhas, tem um passado de sobrevivência que a levou a cometer um crime do qual apenas a justiça a absolveu.
Perante a censura dos aldeões, outrora seus vizinhos e amigos, e a confusão mental da sogra, Letícia tenta refazer-se de tudo o que perdeu e dos erros que foi obrigada a cometer por amor às filhas. O passado é evocado quando Sebastião, amigo de infância de Olímpia, surge para ampará-la e Gabriel, protagonista da vida paralela que Letícia gostaria de ter vivido, dá um passo à frente e assume o seu papel de padrinho e protector daquelas três figuras solitárias…


18 de julho de 2012

António Manuel Marques - "A Imperfeição do Presépio"

Autor: António Manuel Marques
Título: A Imperfeição do Presépio

BIOGRAFIA
António Manuel Marques nasceu em Lisboa em 1961. É docente do ensino superior e tem investigado e publicado nos domínios da sexualidade, saúde e psicologia social do género. Ao dar início à escrita literária, continua a explorar os temas em que tem investido, fazendo uso da liberdade estilística e narrativa que a ordem académica não aconselha ou não permite






 
RESUMO


«O casamento. Do meu casamento não tenho grande coisa a dizer. De outra maneira, mas era uma noiva, pois claro. Qual branco? Lá não era assim. Éramos simples, não tínhamos direito a essas coisas que há hoje. Os vestidos a arrojar pelo chão, essa fantochada toda. Nem eu me via metida nessas andanças. Naquele tempo, era tudo simples.»
Assim começa a narrativa de vida de uma mulher vulgar, mas única, que nos guia pela pequena História portuguesa do século XX. A sua versão na primeira pessoa é parcial, mas nem por isso menos representativa de memórias coletivas acerca do interior rural e da migração para uma capital que, aos poucos, alargou os seus limites para espaços menos urbanizados. O autor serve-se do discurso intimista e reflexivo da protagonista para construir um olhar feminino sobre os universos conjugal, familiar e do trabalho, recorrendo, pontualmente, a publicações da época e, sobretudo, aos saberes de figuras reais com quem se cruzou direta e indiretamente.

11 de julho de 2012

João Bouza da Costa - "Travessa d'Abençoada"

Autor: João Bouza da Costa
Título: Travessa d’Abençoada

BIOGRAFIA

João Bouza da Costa nasceu em Lisboa (1954) e passou a infância em África (Luanda). Tem levado uma vida anticíclica, sempre a fugir dos acontecimentos históricos: deixou Angola quando nesta se iniciava a gesta independentista (1963), abandonou Portugal logo após a revolução de Abril (em setembro de 74) e escapou da Alemanha em 89, pouco antes do grande êxtase coletivo da queda do Muro. Nesse aspeto, assemelha-se a um heterónimo de um heterónimo de Pessoa. Ao contrário destes, porém, tem mulher e três filhos, que o fizeram experimentar o peso e a leveza do mundo. Meteu-se, com fraco sucesso e por pura necessidade, em muitas e variadas lides: foi carteiro, limpador de vidros, vendedor de vinhos, pintor de cenários de ópera, professor de uma pretérita ortografia, tradutor e intérprete, mas terá talvez sido o acaso das novas tecnologias, com a sua facilidade para rasurar e sintetizar, que o ajudou a ultrapassar o fado dos papelinhos avulsos e a chegar-se um pouco mais à escrita e a si próprio.


SINOPSE

Uma criança autista escuta os sons de dois corpos entregues ao sexo e convoca os seus deuses contra a derrocada do tempo. Um tradutor apropria-se, coxeando, da sua cidade, enquanto a música inunda a noite e a sua mulher se debate com a memória. Um velho preso no labirinto da raiva enfrenta a morte caído numas escadas. Pessoas de uma pequena travessa de Lisboa, vinte e quatro horas da vida no mundo.

10 de julho de 2012

Início da selecção para o Festival do Primeiro Romance de 2013

Os Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras (BMO), iniciam este mês as leituras com o objectivo final de seleccionar o autor que irá representar Portugal no Festival do Primeiro Romance de Chambéry em 2013.

Nesta fase, os participantes dos Grupos de Leitores das BMO  têm de efectuar uma primeira selecção de entre todos os primeiros romances publicados entre Novembro de 2011 e até Outubro de 2012, que posteriormente será enviada para a organização do Festival, em França.

Em Fevereiro de 2013, os Grupos de Leitores das Bibliotecas Municipais de Oeiras completam a segunda fase desta selecção, listando os 3 autores que podem vir a representar Portugal no Festival do Primeiro Romance de Chambéry em 2013.

Até ao momento já foram identificados 11 títulos de primeiros romances, que estão em destaque no banner colocado no cabeçalho deste blogue.

Estão neste momento já identificamos os seguintes títulos de primeiros romances:

Alexandra Lucas Coelho – E a noite roda (Tinta da China, 2012) – 248 p.
Ana Sofia Fonseca – Como carne em pedra quente (Clube do Autor, 2012) - 156 p.
António Manuel Marques – A imperfeição do presépio (Bertrand, 2012) – 128 p.
Carla M. Soares – Alma rebelde (Porto Editora, 2012) – 288 p.
Cecília Honório – Gaiola de Fantasmas (Bertrand, 2012) – 152 p.
Célia Correia Loureiro – Demência (Alfarroba, 2011) – 400 p.
João Bouza da Costa – Travessa d’Abençoada (Sextante, 2011) – 280 p.
João Pedro Ricardo – O teu rosto será o último (Leya, 2012) - 208 p.
João Rebocho Pais – O intrínseco de Manolo (Teorema, 2012) – 176 p.
Luís Francisco – A vida passou por aqui (Oficina do Livro, 2012) - 232 p.
Rui Guedes – O querubim azul (Papiro Editora, 2012) – 256 p.
Tiago Patrício – Trás-os-Montes (Gradiva, 2012) – 164 p.

Boas leituras!